O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a aumentar o tamanho do Bolsa Família neste ano eleitoral de 2026.
Agora, em junho, 19,35 milhões de famílias receberão um benefício médio de R$ 677,66. Em novembro de 2025, eram 18,66 milhões de cadastros. Foram admitidas 690 mil novas famílias no período, no saldo geral.
A alta no número de pagamentos vem depois de um corte de 2,1 milhões de beneficiários num pente-fino que foi feito ao longo de 2025, após terem sido identificadas fraudes e pagamentos indevidos. compartilhe esta imagem A admissão de mais beneficiários no Bolsa Família vem mesmo com o desemprego perto da mínima histórica e com a renda das famílias brasileiras batendo consecutivos recordes. A economia do país também está crescendo. O auxílio-base do programa social é de R$ 600, mas há uma série de adicionais (como para crianças e mulheres grávidas) que eleva o benefício médio para acima desse patamar. Esses bônus foram instituídos pelo presidente Lula no início de seu 3º mandato. Era uma promessa de campanha do petista.
Em junho de 2025 que ao menos 1,4 milhão de pessoas estavam omitindo o cônjuge para receber o Bolsa Família. Esse tipo de fraude é uma das mais comuns. Acumulando auxílios, levantamento encontrou ao menos 895 mil famílias recebendo mais em ajuda do Estado do que trabalhando.
ALTA PERTO DA ELEIÇÃO
O Bolsa Família ganhou beneficiários em 5 dos 6 anos com eleições gerais em que esteve vigente. A exceção foi 2014. A maior alta foi com Jair Bolsonaro (PL), em 2022, quando 6,6 milhões foram admitidos –na época, o programa havia sido renomeado para Auxílio Brasil.
R$ 13,1 BILHÕES POR MÊS
O Bolsa Família custará em junho R$ 13,1 bilhões aos pagadores de impostos, R$ 384 milhões a mais que em novembro. O custo do programa voltou a subir em ritmo acelerado com a inclusão de mais beneficiários.
Fonte: Poder360


















